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Alunos da UESPI realizam projeto de Inclusão ás pessoas com necessidades especiais

Publicada em 25 de Janeiro de 2010 às 17h22 Versão para impressão

Foto: Divulgação Alunos da UESPI Alunos da UESPI
A vida é frágil. Enquanto muitos de nós nem mesmo percebem isso, outros enfrentam continuamente este fato. É nessa perspectiva que está sendo desenvolvido o projeto - DESMISTIFICANDO A INCLUSÃO NOS SERVIÇOS DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS - com o intuito de não só discutir a inclusão, mas vivenciar realmente como isso acontece.
Sabemos que a inclusão surge hoje como novo paradigma educacional. Todavia, a compreensão que se tem dele é ainda nebulosa e encontra-se em postulações por vezes ambíguas.
O projeto de extensão universitária que está sendo desenvolvido pela UESPI, CAMPUS PROFESSOR POSSIDÔNIO QUEIROZ, iniciou em dezembro com a pesquisa de campo nas intituições que oferecem serviços de apoio a comunidade oeirense que possui algum tipo de deficiência que são: APAE e o CAPS. A Culminância será agora em janeiro com o desenvolvimento de oficinas de leitura, corpo e movimento de trabalho com as familias para motivá-los e fazer com que valorizem os serviços oferecidos por essas instituições.
Outra etapa do projeto foi sentir na pele o que as pessoas com necessidades especiais sentem no dia-a-dia. Por isso, uma equipe da turma de Pedagogia bloco VI, supervisionado pela professora Sandra Caminha responsável pelo projeto, foram a Picos representando um cadeirante, uma pessoa cega e uma deficiente mental.
Foi uma experiência unica e de muita emoção e em certos momentos traumática, pois constatamos que grande parte do centro da cidade não possui acessibilidade alguma e a cadeirante ao tentar entrar numa loja teve que ser carregada nos braços por várias pessoas o que deixou a estudante banhada em lágrimas, pois sentiu na pele o constrangimento que essas pessoas são submetidas ao tentarem ter uma vida normal. Mas também encontramos pessoas atenciosas que ao deparem com a deficiente mental pelas ruas acionaram todos os mecanismos possíveis para ajudá-la.
O que a UESPI deseja é chamar a atenção da sociedade para a inclusão e contribuir para desenvolver da "nova geração" de profissionais que farão a "diferença certa".

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Professora: Sandra Caminha e acadêmicos do curso de pedagogia - Bloco VI

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Fonte: Da redação  |  Edição:

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