Entidades sociais discutem em Oeiras participação no Brasil sem Miséria

Publicada em 02 de Agosto de 2011 às 17h04 Versão para impressão

Entidades sociais discutem programa em Oeiras Entidades sociais discutem programa em Oeiras
Representantes de entidades governamentais e ONGs, instituições bancárias, movimentos sociais, Igrejas, entre outros, estiveram reunidos nessa segunda-feira (1º), em oeiras, para discutir a implantação de ações de desenvolvimento social na região do Vale do Rio Canindé. Na oportunidade, o secretário da Assistência Social e Cidadania, Francisco Guedes, convidado pelas instituições, destacou que o Governo do Estado está construindo o plano piauiense de superação de extrema pobreza, o Mais Viver, e enfatizou a importância de integrar ações de todos os setores da sociedade.

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O secretário explicou que o projeto faz parte do Brasil Sem Miséria, lançado recentemente pela presidente Dilma Rousseff e visa erradicar a extrema pobreza. As ações estão sendo construídas a partir de um raio X da sociedade brasileira, considerando população extremamente pobre os que vivem com renda de R$ 70 por mês.

No mapa que traça o perfil da miséria no Brasil, verifica-se que, atualmente, 16 milhões de pessoas se encontram nesta situação e, no Piauí, mais de 600 mil habitantes estão incluídos nesta difícil realidade e 78% deste total são negros ou pardos e 63% encontram-se na zona rural.

A partir deste público, Francisco Guedes coloca que o plano deve seguir três diretrizes básicas, a de garantia de renda, acesso aos serviços públicos e inclusão produtiva. "O projeto está sendo construído e em breve o governador Wilson Martins irá apresentá-lo. É a soma de ações em todas estas frentes de desenvolvimento que garantirá o cidadão bem assistido, a promoção de renda, a partir de trabalho e emprego digno", enfatizou.

Conduzindo a reunião e representando a igreja, o padre João de Deus disse que as entidades já estavam se organizando para contribuir com a elaboração do Brasil sem Miséria. O padre ressaltou ainda que o plano é arrojado e, com a participação da sociedade, tem mais chances de ser executado com êxito.

Participaram da reunião representantes de cerca de 20 entidades que estão se organizando e querem contribuir na elaboração do plano.




Fonte: Emanuel Vital  |  Edição: Rogerio Silva

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