Foi sem querer, querendo, diria Chaves, o estabanado personagem da televisão em mais uma
das suas, ao amigo de olhar assustado, Kiko, cúmplice e quase sempre mentor “intelectual” das
trapalhadas.
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O que estamos presenciando na política nossa de cada dia só não nos causa risos porque é
de uma tragicidade assustadora. Sim, seria cômico se não fosse trágico.
Personagens que parecem saídos da TV, do teatro, cinema estão cada dia mais presentes na vida
publica. Valentões, batedores, chicoteiros, autosuficientes, intelectuais mudos e surdos, falastrões que não conseguem dizer um enunciado sem que seja na primeira pessoa: Eu fiz, eu faço, eu farei, eu prendo, eu sou isso ou eu sou aquilo. Cada uma!