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Redução da alíquota do INSS beneficia o Nordeste?

Publicada em 14 de Abril de 2011 às 07h44 Versão para impressão

No programa “Café com a Presidenta” desta segunda, 11, Dilma Rouseff reforçou o programa Microempreendedor Individual, lançado pelo ex-presidente, Lula, em fevereiro do ano passado. Segundo ela, mais de um milhão de pessoas agora tem o seu próprio negócio.
Agora, a medida da presidenta de reduzir de 11% para 5% a alíquota do INSS é saudada pelo deputado Assis Carvalho PT(PI) como mais uma mexida importante na carga tributária para estimular a marcha para a formalidade. O parlamentar é membro da Comissão de Finanças e Tributação e defende a reforma no setor tributário.
 
“Eu vejo a medida da presidenta com muita alegria, porque são exatamente os estados nordestinos os que mais sofrem por ser a região com um índice de desenvolvimento humano baixo, o que faz com que as pessoas sobrevivam muito na informalidade. A carga tributária elevada contribui para essa informalidade. É ruim para o trabalhador da informalidade e é muito ruim para o nosso país porque deixa de arrecadar formalmente estes tributos. Nenhum ambulante quer ficar correndo com medo da polícia, que é o que acontece no camelódro.. Muitas vezes, a pessoa não entra na formalidade por conta dessas elevadas cargas tributárias. A presidenta Dilma, com a sensibilidade de administradora que prioriza a erradicação da miséria, ao baixar a alíquota de 11% para 5% no recolhimento do INSS, facilita que um camelô, por exemplo, transforme sua venda num negócio formal e isso faz com que ele se sinta cidadão”, disse o deputado.

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Fonte: Com informações de Chico Pereira (Rádio Câmara)  |  Edição: Rogerio Silva

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